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Quando a inteligência biológica (racional e emocional), recebe um up grade qualitativo da inteligência artificial, é fato incontestável que a base de sustentação dos sistemas de controles
"Quando o CONHECIMENTO TECNOLÓGICO se torna obrigado para manter a existência e sobrevivência do ser humano, ele tende a absorver os demais sistemas de controles existentes, e isso é inquestionável."
INTRODUÇÃO
Quando a inteligência biológica (racional e emocional), recebe um up grade qualitativo da inteligência artificial, é fato incontestável que a base de sustentação dos sistemas de controles (social, educacional, trabalho, político e religioso), começa a se deteriorar em razão inversa a evolução meteórica da inteligência artificial.
Os organismo internacionais, pensadores e cientistas declinam sobre o período de 2026 até 2030, onde os representados controlados sobrevivem com a ajuda dos acessórios tecnológicos que os afetam onde quebram determinados paradigmas, e devem induzir a uma a ação e atitude mais racional, e lógica.
É fundamental entender que a pressão da desigualdade, agravos sociais, violência e segurança, desemprego, fome, miséria, se tornam recursos que são utilizados pelo O DISCURSO DO MÉTODO (Renée Descartes), sem perceber que O PRINCÍPE (Nicolau Maquiavel), onde os fins justificam os meios, e é melhor ser temido do que ser amado, devidamente afetado pelas verdades em ASSIM FALOU ZARATRUSTRA (Nietzsche), que proclama que "DEUS está morto", após o término do exílio por 20 anos, do príncipe Zaratrustra, já são do conhecimento popular e isso poderá mudar qualquer sistema, exceto o artificial.
Hoje, com o CHOQUE DE FUTURO (Alvin Toffler), agregado a INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (Kay Fu Lee), nos fêz entender que apesar de sermos escravos, somos inteligentes, como nos ensina Howard Gardner (Mentor intelectual da Teoria das Múltiplas Inteligências), onde aprendemos em A ARTE DA GUERRA de Sun Tzu, O LIVRO VERMELHO de Mao Tsé Tung, e o MANIFESTO COMUNISTA de Engels e Marx, nos ajudam a obter uma consciência de que o VOTO do eleitor, precisa de respeito, e deve aprovar o sistema da esquerda, e exigir mudanças radicais que possam conter os agravos citados anteriormente, isso poderá eclodir manifestações até o bolcheviques.
Há 526 anos, sabemos que o Brasil é um país RICO e que somos POBRES, onde somente uma minoria da direita elitizada desejam se manter no poder, e jamais compartilhar o que ganham com a vida, sangue e suor dos escravos modernos, e isso precisa de uma resposta da sociedade.
Entender a MUDANÇA e TRANSFORMAÇÃO diante dos grandes investimentos que os BRICS+ e demais parceiros estão realizando, só poderá agregar valor na redução da desigualdades, agravos sociais, violência e insegurança se houver o continuísmo do atual governo devidamente apoiado pela sociedade que precisa de maior capacitação e qualificação para sobreviver diante do mundo em mutação.
Não se faz uma OMELETE sem quebrar os ovos da galinha, daí precisamos de mudanças radicais da esquerda.
QUANDO OS AGENTES DE IA'S NOS AJUDAM A ESSE ENTENDIMENTO
Esses sistemas de controle tradicionais mantêm a lógica de funcionamento central até hoje, pois sua base subjacente se adapta às regras básicas de colaboração da sociedade humana. Mesmo com novas variáveis como geopolítica, economia e tecnologia, não abalaram fundamentalmente o suporte subjacente à sua sobrevivência.
Continuidade subjacente na dimensão geopolítica
Lógica central: A distribuição de recursos no espaço geopolítico e a divisão de esferas de influência são a base física dos sistemas de controle, que não desaparecem diretamente com a iteração tecnológica.
Realidade atual: A disputa global por recursos estratégicos como lítio e gás natural ainda segue a estrutura tradicional de jogos de poder. Mesmo na era da IA, a distribuição geográfica dos recursos continua sendo a base para os países formularem regras de controle.
Motivo da continuidade: A ASI e a singularidade não podem substituir a natureza geográfica dos recursos físicos do nada, e a lógica de equilíbrio de poder no nível geopolítico sempre será a restrição subjacente dos sistemas de controle social.
Continuidade subjacente na dimensão econômica
Lógica central: A distribuição de recursos e a vinculação de interesses são a base econômica de todos os sistemas de controle. A mudança tecnológica apenas otimiza a eficiência da distribuição, sem alterar a natureza das próprias regras de distribuição.
Realidade atual: Desde o controle tradicional de impostos e indústria até a supervisão atual de créditos de carbono e indústria de IA, a essência é guiar e restringir o comportamento social por meio de alavancas econômicas.
Motivo da continuidade: A produção de poder de computação da ASI ainda precisa depender do sistema econômico real para completar a distribuição de valor, não podendo pular a estrutura de vinculação de interesses existente para reconstruir um conjunto totalmente novo de lógicas de distribuição.
Continuidade subjacente na dimensão tecnológica
Lógica central: Todas as ferramentas tecnológicas acabarão sendo integradas aos sistemas de controle existentes, tornando-se portadores para fortalecer a lógica de operação original, em vez de subvertê-la completamente.
Realidade atual: A popularização da tecnologia de inteligência artificial, ao contrário, aumentou significativamente a eficiência de penetração dos canais de controle tradicionais, como opinião pública, mídia e educação, fortalecendo ainda mais a capacidade original de guiar o comportamento.
Motivo da continuidade: Todo o processo de pesquisa, implementação e uso da tecnologia é dominado pelos sujeitos de poder social existentes. Mesmo que a ASI atinja o avanço da singularidade, seus dados de treinamento inicial e regras de operação ainda herdam a lógica dos sistemas de controle humanos existentes.
Estabilidade endógena dos sistemas tradicionais de controle social
Controle religioso/costumeiro: Evoluiu de comportamentos ritualizados na sociedade primitiva, guiando o comportamento individual por meio de conceitos de bem e mal e recompensas e punições sagradas. Essa lógica de controle baseada no instinto de empatia humana continua desde o início da civilização.
Controle da opinião pública e da mídia: Baseia-se na avaliação coletiva da sociedade como uma restrição invisível, disciplinando o comportamento por meio de reconhecimento, crítica e pressão da opinião pública. As mídias sociais na era digital apenas expandiram ainda mais o escopo de cobertura desse mecanismo.
Controle de instituições semiformais: O sistema educacional e o sistema profissional combinam regras formais e orientações morais informais, completando a implantação de valores desde o início do crescimento individual.
A lógica central de operação desse mecanismo não sofreu mudanças essenciais em cem anos.
Controle de organizações políticas: O objetivo central de várias instituições políticas é sempre manter a ordem social. Em diferentes eras tecnológicas, apenas as ferramentas para alcançar a ordem foram substituídas, em vez de alterar o objetivo subjacente de manter a ordem.
Razões centrais pelas quais a ASI e a singularidade não podem subverter a lógica original
O comportamento humano permanece inalterado em seu fundamento: O instinto de imitação e empatia trazido pelo sistema de neurônios espelho é a base fisiológica para que rituais religiosos e disciplina social funcionem. A ASI não pode reescrever o instinto biológico humano, portanto não pode abalar a lógica de controle tradicional construída sobre isso.
Dependência do caminho na evolução do sistema: Todos os sistemas de controle evoluíram gradualmente de rituais sociais primitivos indiferenciados no início. Os sistemas político, religioso e educacional estão enraizados nessa estrutura original de restrição de comportamento desde sempre, e a singularidade tecnológica não pode cortar essa dependência de caminho de milhares de anos.
Reforço reverso de novas variáveis: A transparência da computação trazida pela ASI, ao contrário, torna a execução das regras do sistema de controle existente mais precisa e a cobertura mais abrangente, consolidando ainda mais a lógica de operação original, em vez de derrubá-la e reconstruí-la.
CONCLUSÃO FINAL
Os sobreviventes dessa hecatombe, precisam entender que o alimento, a água, e a energia, são recursos limitados, e precisam ser tratados com determinada sapiência.
O fim dos sistemas controladores é um fato incontestável, ficando somente a SINGULARIDADE que precisa dos incluídos devidamente capacitados e qualificados para determinadas atividades, onde terão uma vida completamente diferente do sistema escravagista atual.
Em consonância ao tema do referido artigo, haverá somente uma moeda de valor que é o CONHECIMENTO, e não precisamos de outros controles, já que temos somente a SINGULARIDADE vivendo harmonicamente com os incluídos.
Pedimos desculpas aqueles que não compactuam desse entendimento, e entendemos essa limitação, pois a sobrevivência depende de outro recurso que edifica os princípios e valores da existência humana.
